terça-feira, 21 de dezembro de 2010

RECORDANDO




O associativismo. Já nesta altura se notava que a Comporta era forte nestas coisas da cultura e do desporto.
Grandes craques que tenho muita pena de não poder identificar mas, para eles quem quer que sejam obrigado por serem da minha terra e honrarem ser Comportenses

RECORDANDO



Por esta altura na Comporta mês de São João havia sempre algo de diferente, as festas eram altura de grande alegria em que todas as pessoas conviviam esquecendo os momentos de dificuldade que viviam.
Claro que nestas alturas o tradicional bailarico não faltava e aproveitava-se para namoriscar sempre com o devido respeito diz a minha amiga Maria.
Maiscomporta



MAISCOMPORTA 2010

Mais comporta Dezembro de 20010
A todos os que gostam da Comporta.

A Comporta é a minha Terra,
da qual muito me orgulho,
porque os ventos que vêm do mar,
sempre aqui fizeram barulho.

Oh Comporta minha querida e adorada,
que és a terra onde eu nasci,
és a minha grande apaixonada,
e eu gosto muito de ti.

A teu lado passa o rio Sado,
que um dia me viu nascer,
tão depressa me dá um beijo,
como também me faz sofrer.

Minha querida Comporta,
Tens um pouco da nossa história,
para recordar que na nossa freguesia,
já se viveu dias de glória.

Minha querida Comporta,
tens o mercado mensal,
com o Russo a vender o melhor de Portugal.

Oh minha Comporta adoentada,
a tua doença já não tem cura,
os políticos da freguesia não valem nada,
e vão levar-te à sepultura.

O tempo das vacas gordas acabou,
agora só há vacas magras e loucas,
falta o remédio que falhou,
para curar as porcas bocas.

Oh minha terra amada,
minha Comporta encantada,
a vida é toda um poema,
é difícil de explicar,
quem mais trabalha menos ordena,
e mais se vai lixando a trabalhar.

A herdade da Comporta pertence,
à minha Freguesia,
tem arrozais encantados,
tem pinhais verdes e mansos,
também tem erva daninha,
qual é a terra que não têm?
Mas como é muito miudinha,
não faz mal a ninguém.

Na herdade da Comporta,
terra de gerações, agora quintas e quintais,
e ainda outras quintas iguais,
são recordações de uma vida antiga,
que certamente já não volta mais.

segunda-feira, 6 de dezembro de 2010

COMPORTA 2010 ACONTECEU

D. Duarte Pio e Família na Comporta
A praia da Comporta

Rua das lojas Verão

Assim continua
A tal praia
A antiga padaria

Recuperação de edificio

Enganos
A noite
Não é novidade para ninguém que a memória dos homens é curta, muito curta.
Quando um politico muda de partido, é porque alguma coisa se passou,mas nunca o faz com sentido, de ajudar quem o ajudou.

terça-feira, 30 de novembro de 2010

COMPORTA DO MEU PAI DOS MEUS AVÓS

Um pouco de lazer anos 50
Vala Real Transporte fluvial para o Carvalhal
Anos 50


Construção do canal
Estes retratos são para que saibamos sempre de onde viemos, para que nunca sejam esquecidos aqueles que, no presente, no futuro, tentaremos honrar com a nossa vida, construindo um mundo cada vez melhor,onde ninguem tenha de passar por todas as privações que eles passaram.
Um dia, quando também formos avós e tivermos os nossos netos ao lado, a ouvir-nos,os nossos avós, lá onde estiverem, continuarão connosco. Não os esqueceremos nunca.
As nossas vozes serão a continuação das suas.






COMPORTA TERRA DE SAL



Comporta em meados dos anos 50 em plena extracção de sal, uma das actividades de grande importância nesta nossa Comporta.
As marinhas de sal da Comporta encontram-se abandonadas e sem produzirem o belo sal, com a proximidade do rio e metade do trabalho já feito, era importante para a nossa Terra que os actuais proprietários pensassem num projecto de recuperação das marinhas da Comporta.

terça-feira, 23 de novembro de 2010

ÁLBUM de MEMÓRIAS


Quando eu comecei a namorar a minha companheira era tão diferente do que é hoje, o amor podia apenas ser um encontro no caminho, no dizer uma palavra e estava a conversa feita. Outras vezes quando as moças iam à fonte buscar água, os rapazes iam com elas, olha que não era para carregar com o cântaro.
Pedia-se autorização para namorar aos pais. Quando a coisa avançava e havia ordem dos pais namorava-se ao Domingo à tarde à porta ou à janela muitas vezes longe um do outro. Por vezes tinha-se que namorar junto dos pais que vigiavam o namoro, estando sempre prontos a controlar tudo, só se frequentava a casa da noiva quando estivesse perto do casamento.
Também havia pais que só autorizavam o namoro a partir dos 18 anos.
E muitos foram os sonhos que ficaram por realizar mais-comporta.